O verdadeiro Caminho

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“O caminho que pode ser descrito não é o verdadeiro caminho.”

Somente percorrendo o caminho e vivendo suas experiências é que podemos entender o Caminho.

Nos dias em que vivemos, em que existe uma descrença do homem no seu potencial de virtude, e com isso resultando na falência familiar e da sociedade como um todo, levando-nos cada vez mais distante do Estado Ideal, necessário se faz voltarmos ao Caminho.

Não é uma questão de fé ou religiosidade, mas de cultivo das virtudes humanas, da prática de bons atos e costumes; da compreensão das diferenças culturais, sociais e ideológicas.

Através de bons pensamentos, realizamos bons atos, através de bons atos mudamos a nós mesmos; mudando a nós mesmos, mudamos a forma como as pessoas agem em relação umas as outras e com isso construímos uma sociedade justa, fraterna e forte.

É preciso viver o Caminho, e até mesmo esse texto de nada adianta às pessoas que o lerem, apenas vivendo o Caminho é que poderemos sentir e entender suas verdades.

“O Caminho que pode ser descrito não é o verdadeiro caminho.”

Não se aprende o que se ensina, mas apenas o que se compreende por si mesmo.

Ganbatte.
Oss.

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About Author

André Miranda

Nascido no Rio de Janeiro, mas, devido a sua ascendência nordestina, criado na Bahia, começou Karatê em 1988, na extinta Lince Karatê Clube, com a Sensei Amanda Barcelar Pires (primeira faixa-preta mulher da Bahia, aluna de Denilson Caribé - ASKABA). Graduou-se faixa preta pela FNAM, com o Sensei Masco Monteiro. De volta ao Rio de Janeiro, continuou seu treinamento com o Sensei Humberto Amorim (6º Dan), no Quartel São João da Urca, com quem continua treinando. Praticante do estilo Shotokan Ryu, o qual é 3º Dan, em 2009 começou a praticar Jiu-Jitsu (sob a orientação do Sensei Gustavo Souza - 6º Dan) e Aikido (sob a orientação do Sensei Luciano Santana - 4º Dan). Amante da cultura Japonesa fundou o Instituto Ishindo, onde busca difundir a cultura e tradição marcial japonesa.

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